Neuromarketing/ Neurovendas

Neuromarketing e Neurovendas de mãos dadas para a conversão

Quem me conhece nesses três anos de jornada de Neuromarketing (e quase 12 de Marketing Tradicional) sabe o quanto me dedico e o quanto eu amo o que faço (esse amor na verdade virou um propósito de vida, influenciar outros na busca incessante de fazer como trabalho, o que amam fazer na vida). Eu nem precisaria falar, expor aqui, já me disseram que só de conversar comigo pessoalmente, o meu brilho no olhar, diz tudo.

Mas por quê o Neuromarketing é assim tão fascinante?

Essa é uma pergunta (que na minha opinião) é muito simples de responder… Ele é assim tão fascinante porquê diz respeito ao comportamento de consumo, a nossa tomada de decisões, as emoções e todas as variáveis que implicam na escolha de um produto ou marca em detrimento de outra (e o ser humano como é egocêntrico por natureza e por sobrevivência, adora que falem dele ou melhor, adora saber mais sobre ele mesmo).

O Neuromarketing vai muito além, ele analisa o que acontece no inconsciente do cérebro, consegue identificar por meio de pesquisas (biométricas e neurocientíficas) quais estímulos ativaram determinadas áreas cerebrais, quais emoções foram afloradas (face reader) ou se as métricas: atenção, memória e engajamento foram acionados no cérebro durante essa análise e recebimento do estímulo (eletroencefalograma).

No entanto, uma pesquisa neurocientífica (ou mesmo a pesquisa biométrica) ainda possuem valores elevados, assim como toda e qualquer tecnologia entrante no mercado. Porém essa definição de “valores elevados” é muito relativa quando observa-se que esse tipo de pesquisa é o que determina o sucesso ou o fracasso de um produto que será lançado no mercado.

Mas como as pequenas empresas podem se beneficiar do Neuromarketing?

Existem profissionais da área que dizem que o Neuromarketing está relacionado somente a pesquisa, e por essa razão, um benefício ao alcance de poucos, eu discordo e vou te contar o motivo…

Discordo porquê desde o início desse amor ao tema, tenho utilizado nos projetos de desenvolvimento web, nas comunicações de marketing, no relacionamento interpessoal, na persuasão e influência positiva de clientes, alunos, consumidores e parceiros; técnicas de aplicação de Neuromarketing que vão muito além de comunicar ou acionar a emoção dos consumidores, técnicas que são identificadas com base na biologia do comportamento humano, nas características do cérebro reptiliano e sistema límbico, na genética comum aos seres humanos em uma série de características e comportamentos, na memética, em técnicas de escassez, necessidades físicas e biológicas, marketing sensorial, no medo, na influência dos hormônios, no neuronio espelho e muito mais…

Todas essas técnicas e estímulos, podem e devem ser utilizadas pelas pequenas empresas para potencializar seus investimentos em marketing e aumentar suas vendas. É claro que as pesquisas (biométricas e neurocientíficas) são fundamentais e essenciais para medir a eficácia e predizer o sucesso de qualquer campanha, mas muito do aprendizado obtido em pesquisas passadas servem para embasar uma série de técnicas que são utilizadas hoje, ou seja, conhecimento empírico sobre o cérebro humano e seu funcionamento.

Mas o Neuromarketing faz tudo isso sozinho? Onde entra o Neurovendas nessa história?

Não! Leva-se um certo tempo para entender que nem o Neuromarketing e nem ninguém, fazem milagres sozinhos. Muitos desconhecem o Neuromarketing e preferem não investir no tema optando por soluções mais baratas que no final não trazem o resultado esperado.

Mas a realidade é que o Neuromarketing e o Neurovendas precisam e devem andar de mãos dadas. O Neuromarketing (no caso de um novo cliente) será a porta de entrada, o que vai chamar a sua atenção, ressaltar um desejo ou impulso de consumo, criar uma necessidade que o cliente nem mesmo sabia que existia, ou seja, trazer o cliente até a porta da loja ou estabelecimento, digamos assim.

Porém ele só consegue isso depois de identificar juntamente com o Neurovendas, quais são as dores do cliente, a linguagem que aquele público-alvo entende, as motivações que o levam a comprar determinado produto ou serviço. Neurovendas por sua vez, precisa ter um approach imediato, uma abordagem emocional ou irracional, porém de forma simples, objetiva, que foque em benefícios e não em características do produto ou serviço.

Caso contrário, todos os esforços de trazer o cliente ou o prospect até a porta da loja ou estabelecimento serão em vão, o cliente vai se interessar porém, vai comprar o seu produto no seu concorrente, uma necessidade que talvez você mesmo tenha inserido nele; tamanha é a importância de uma estratégia de neuromarketing estar alinhada com a estratégia de neurovendas e vice-versa.

Não quero me alongar muito por aqui, eu sempre começo esses textos prometendo para mim que serão apenas 300 palavras para o Google e eu ficarmos felizes e quando vejo, lá se foram quase 1000 (você leu tudo isso e nem percebeu, storytelling também é neuromarketing, rs).

Se quiser saber mais sobre esses dois assuntos fascinantes (neuromarketing e neurovendas), ou participar de um de nossos workshops para aprender como aplicar em seu negócio, empresa, marketing pessoal, as técnicas de neuromarketing e neurovendas, clique aqui.

Mais de 600 alunos já foram treinados no assunto (neurobusiness) que promete ser “a cereja do bolo” no mercado daqui 3 a 5 anos, assim como hoje é o Marketing Digital, essencial para qualquer negócio. Como já dizia um ditado popular brasileiro, “Quem chega primeiro na fonte, primeiro enche a jarra.” 😉

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.