Neuromarketing/ Redes Sociais

Marketing de Conteúdo x Vendas

A medida que cresce a quantidade de informação disponível na internet, em especial Google e Facebook, cresce também a disponibilidade de conteúdo desinteressante e sem qualidade.

Há um tendência cada vez maior e uma exigência do público on-line por conteúdo de qualidade que vá de encontro aos interesses pessoais de cada indivíduo.

E no neuromarketing estudamos que o ser humano é na sua essência um ser “auto-centrado”, ou seja, egocêntrico e egoísta e isso não tem nada de errado, é uma questão de sobrevivência humana. Ele quer ser impactado, quer receber conteúdo que condiza com a realidade dele, com os gostos pessoais dele ou que, desperte o interessante dele.

Baseado nisso, a Neuronio Web acredita que os meios de propaganda convencionais / tradicionais estão com os seus dias contados, ou pelo menos, não fazem mais efeito ao consumidor baseado na quantidade de informações que o indivíduo está exposto todos os dias.

Além disso, quando o cérebro é submetido a muita informação, seja ela visual e / ou auditiva, o cérebro coloca o indivíduo em estado de proteção de toda aquela poluição sonora ou visual, é como se fosse um mecanismo de sobrevivência, ou seja, o cérebro deixa toda essa informaçã excessiva em segundo plano, para não afetar a concentração e absorção do indivíduo no que realmente importa.

Para as empresas ou profissinais que acham que comunicar tudo junto e ao mesmo tempo é eficaz, seguem alguns dados retirados da minha palestra de Neuromarketing, onde espero sinceramente, mudar essa percepção.

Os nossos sentidos (audição, tato, olfato, paladar e sensações espaciais) recebem cerca de 11 milhões de informações. O consciente (parte do pensamento que temos consciência) consegue processar, no máximo, 40 bits de informação por segundo.

Ou seja, você realmente acredita que marketing tradicional é o que gera vendas do teu produto ou serviço?

O que fazemos no Neuromarketing é criar empatia imediata e estimular o atual ou futuro cliente a desejar ou comprar determinado produto ou serviço (de forma não poluída e com muito marketing de conteúdo). Independente se essa comprar acontecer de imediato ou daqui um, dois, três meses.

No entanto se a entrega da empresa em questão não for séria, íntegra e não atender as expectativas da outra ponta conforme a promessa realizada, nem o Neuromarketing pode fazer milagre.

Um marketing de conteúdo de qualidade dá informações relevantes ao cliente (benefícios). Não adianta colocar post atrás de post (seja no Facebook, Google+, Instagram ou mesmo o blog do seu site) fazendo apenas propaganda do teu produto/serviço, o que vai conseguir é antipatia do seu cliente que deixará de seguir sua página ou não lembrará da sua marca no momento da decisão de compra, pois passará a ignorá-la.

O percentual adequado de publicações (para as redes sociais) é de 20% do seu produto ou propaganda dele e 80% de conteúdo relevante (preferencialmente relacionado ao “ego” do seu cliente ou prospect).

Todos queremos vender e os que vendem sempre querem vender mais, mas na verdade o trabalho do marketing digital (aliado ao Neuromarketing) é primeiramente criar empatia com o inconsicente do usuário ou internauta (lembrem-se que 95% das ações de compra e tomada de decisão são efetuadas no nível não consciente) e isso vai muito além de uma única venda.

Você só consegue mensurar o valor de uma marca, no momento que vender sua empresa, no momento que perceber que todos a conhecem (“top of mind”), pois vendas por si só, um dia caem e outros sobem, e isso não te faz diferente no Mercado que atua e possivelmente, não faz com que sua marca seja amada e lembrada, faz com que sua empresa e produtos não passam de “commodities”.

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