Neuromarketing

Como iniciou meu caso de amor pelo Neuromarketing

Como iniciou meu caso de amor pelo Neuromarketing?

Recém tinha chego do Canadá, depois de um ano incrível de mudanças, novas experiências, uma nova língua “novinha em folha” e cheia de expectativas, muuuuitas expectativas (essa é a parte boa de escrever o seu próprio blog, você escreve do jeito que quiser, rs).

Ainda não sabia ao certo se continuaria na área de Marketing, por mais que eu gostasse de Marketing, não era o que fazia o meu olho brilhar.

Mantive o emprego como consultora de Marketing que consegui no Canadá, porém agora eu trabalhava a distância. Recebia por hora, meu chefe confiava tanto no meu trabalho que qualquer sugestão minha era acatada e implementada pelo novo “marketeiro” que estava em meu lugar.

Os primeiros meses quando retornei ao Brasil foram os mais difícieis, difícil se habituar num país onde a concorrência era tão forte, onde parece que tudo muda e acontece na velocidade da luz, numa cidade que exigia de você a máxima formação acadêmica e experiência profissional, pagando o mínimo salário possível.

Quando num belo dia, um colega que conheci num vôo de alguma cidade dos EUA para o Brasil, me sugeriu um curso de neuromarketing, era algo relacionado ao inconsciente e eu na minha curiosidade máxima, quis logo aprender, é claro! O cérebro humano já me fascinava desde aquela época…

No entanto o curso não era dos mais baratos e eu ainda só tinha meu “bico” de home office, que apesar de pagar em dólares não era o mesmo que ter um emprego fixo.

Nesse mesmo momento eu estava prestes a aceitar um trabalho na área de CRM em outra multinacional, dessa vez em São Paulo. E mesmo sem ter o valor total do curso, pedi um desconto e paguei o restante parcelado, eu realmente queria estudar esse tal do Neuromarketing para ver o que era e o professor foi muito bondoso.

O curso que hoje tem sua versão on-line, na época foi presencial. Foram 3 dias alucinantes de novos conhecimentos. De “pensar fora da caixa”. De liberar mais adrenalina e dopamina no cérebro do que um salto de bung jump. De se perguntar, como eu não descobri isso antes? Como será minha vida daqui pra frente a partir desse conhecimento? Será que isso é tão fantástico quanto parece ser?

Não precisei de muito tempo para cancelar minha ida a São Paulo e optar em trabalhar numa empresa em Curitiba, na área de inteligência de mercado, afinal de contas, seria um primeiro contato com pesquisa tradicional para quem sabe um dia, migrar para a pesquisa neurocientífica.

Nos primeiros 3 meses (6 contados do meu retorno ao Brasil) conciliei os dois trabalhos, o brasileiro e o canadense. No começo era divertido, trabalhava 14 horas por dia e achava “o máximo“. Mas depois simplesmente acabou com minha saúde.

Paralelamente a isso, quase que mensalmente eu enviava meu currículo ao bendito professor que me fez conhecer o Neuromarketing, tamanha era minha vontade de trabalhar com o tema, de realizar pesquisas neurocientíficas.

Até que um dia cansado da minha persistência, ele me deu uma chance (para quem sou eternamente grata), me indicou para trabalhar como gerente de marketing numa empresa de crowdfunding que estava montando um projeto de rede social baseado e testado com pesquisa neurocientífica, mais especificamente, com um eye tracking.

Dessa vez eu não tinha 2 empregos, mas mesmo assim, trabalhava muitas horas por dia, menos do que deveria e mais do que o necessário. Afinal, trabalhar com o propósito de ajudar o próximo por meio do financiamento coletivo me fez ver aquele trabalho como “missão de vida”, puro romantismo, não durou mais do que 4 meses.

Ainda assim, o professor me concedeu uma segunda chance, era nítida minha vontade de trabalhar com o tema, de serví-lo, de aprender com ele, de estar próxima desse contexto todo de Neuromarketing. Lá fui eu para a terceira tentativa de trabalho pós Canadá.

E foram 6 meses de experiência. Tempo esse que pude aplicar uma pesquisa para o meu próprio blog (esse mesmo que você está lendo) e tive inúmeros aprendizados, infinitos aprendizados. Alguns inclusive, só fui perceber com o tempo que estavam ali, que haviam me permitido a ser mais ágil, menos perfeccionista e principalmente a melhor descoberta de todos, eu não precisava continuar servindo outras pessoas por melhores que elas fossem, eu podia fazer sozinha, adquiri confiança em mim mesma para alçar meus próprios voos…

E depois disso convites para palestras de crowdfunding surgiram, propostas de projetos do exterior, cursos e seminários de Neuromarketing onde aprendi ainda mais, oficina e mentoria de neuromarketing na FGV (Fundação Getúlio Vargas) e até mesmo no Paraguai, onde eu pude compartilhar um pouco do conhecimento obtido até o momento.

E não parou por aí, cases de sucesso de teorias levantadas nos livros de neuromarketing e aplicadas para os clientes da Neuronio Web e que deram certo 🙂

Quer saber mais como essa história continua? Entre em contato comigo ou continue lendo os próximos posts.

Acredito que eles serão um pouco mais sérios, mais curtos (UFA!) e talvez em terceira pessoa para seguir os bons e velhos costumes (não que eu me importe, rs).

Seja Bem-Vindo ao meu blog. Abraços, Adriana Smicaluk

One thought on “Como iniciou meu caso de amor pelo Neuromarketing

  1. Oi Adriana, bacana sua história!
    Acho que todos nós empreendedores passamos por uma fase de euforia de trabalho até que o organismo nos trava para nos forçar a cuidar da saúde.
    Meu nome é Brigitte, sou ex-aluna do Marcelo Peruzzo… numa gravação de palestra dele eu conheci o Fernando Di Chiara, e foi por um post do perfil de facebook dele que cheguei nesse site.
    Ainda estou engatinhando no meu negócio que iniciei há 2 anos e meio, mas às vezes bate um aperto, porque tudo acontece em doses homeopáticas e estou na fase do “trabalhava 14 horas por dia e achava “o máximo“. Mas depois simplesmente acabou com minha saúde”.

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